Ricardo Reis
Cantos, risos e flores alumiem
Cantos, risos e flores alumiem
Nosso mortal destino,
Para o ermo ocultar fundo, nocturno
De nosso pensamento,
Curvado, já em vida, sob a ideia
Do plutónico gozo,
Cônscio já da lívida esperança
Do caos redivivo.
s.d.
Poemas de Ricardo Reis. Fernando Pessoa. (Edição Crítica de Luiz Fagundes Duarte.) Lisboa: Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1994.
- 185.

![[Fundação Calouste Gulbenkian]](/images/fcg-logo-mini.png)
![[CCDR-LVT]](/images/ccdrlvt-logo-mini.png)
![[PORLVT]](/images/porlvt-logo-mini.png)
![[FEDER]](/images/feder-logo-mini.png)
![[DGLB]](/images/dglb-logo-mini.png)
![[Ministério da Cultura]](/images/mc-logo-mini.png)
![[Fundação Luso-Brasileira]](/images/flb-logo-mini.png)
![[Assírio e Alvim]](/images/assirio-logo-mini.png)
![[Obra Aberta]](/images/oa-logo-mini.png)
![[Arte Numérica]](/images/an-logo-mini.png)
![[Intraneia]](/images/intraneia-logo-mini.png)